As linhas tortas de meu corpo retorcido
Fazem as voltas de um sujeito atormentado.
E nessas voltas que meu corpo tem vivido
A vida se desmancha para todo lado.
Continue Lendo “Poesia | Voltas”Um poema sobre as voltas que a vida dá, inspirado quase completamente nas próprias curvas que a escoliose impôs a mim.
As linhas tortas de meu corpo retorcido
Fazem as voltas de um sujeito atormentado.
E nessas voltas que meu corpo tem vivido
A vida se desmancha para todo lado.
Continue Lendo “Poesia | Voltas”Se anjos não possuem livre-arbítrio, o que explica a queda do Primeiro Anjo?
Resolvi imaginar como teria sido e o resultado é este texto.
Não havia nuvens no céu quando ele pensou o que pensou. Até então, sua vida seguia como seguia todos os dias até ali; reverência após reverência ao Santo dos Santos e assim por toda a eternidade, era o que ele pensava. Mas, naquele dia sem data, sem hora e sem local marcado, um pensamento pairou em sua mente, até então, incólume de pensamentos estranhos: por que? Perguntara-se ele. Não havia uma resposta, pelo menos não àquela altura. Mas, dia após dia, essa pergunta martelava-lhe a mente cada vez mais e cada vez mais ele se sentia intrigado sobre o porquê de fazer o que fazia todos os dias ad infinitum.
Continue Lendo “Mini Conto | A Queda”Um poema alegórico sobre os elementos da natureza e sua relação com a minha vida.
Hoje o sol brilha com força, iluminando todas as coisas do mundo.
Mas não sinto seu calor e sua luz, para mim, parece não iluminar todos os cantos.
Os pássaros não cantam ao meu redor
E ao redor de mim tudo parece pálido e sem vida.
Continue Lendo “Poesia | Elementos”“A verdade é que aquele corpo não era só um corpo (…) E se aquele corpo era a expressão física de nosso espírito, não é preciso dizer muito para entender o que aquilo representa.”
Havia um corpo jogado na rua.
Ele apareceu lá, sem ninguém ver, nem saber de onde veio. Simplesmente apareceu jogado na rua tal qual um trapo velho do qual alguém se desfez depois de muito uso. Aquele corpo estava jogado na rua e, aparentemente, ninguém se deu conta disso. Ele estava ali, jogado, estatelado no chão, indigente e, de certo modo, indigesto. Era um corpo e ele estava jogado na rua.
De quem é este rosto que me olha e me encara, que tenta entender quem diabos é esse que o observa?
But I’m a creep (Mas eu sou insignificante)
I’m a weirdo (Eu sou um esquisitão)
What the hell am I doing here? (Que diabos estou fazendo aqui)
I don’t belong here (Eu não pertenço a este lugar)
I don’t belong here (Eu não pertenço a este lugar)
Venha se perder nesse labirinto e encontre a arte em você
O que ninguém vê quando você está só.
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