Como eu sobrevivi ao bullying

O bullying pretende nos calar e é por isso que devemos gritar, explodir nossos pulmões e mostrar que nós estamos aqui, nós existimos, nós somos alguém e temos sentimentos também.

Eu tinha entre 6 e 7 anos quando tudo aconteceu. Na época, estava na primeira série do ensino fundamental, hoje chamada de 2º ano do EF. Até onde me lembro, eu era uma criança comum, gostava de estudar, era sociável. Obviamente, eu não tinha vivido muito do mundo para saber que as pessoas podem ser más, que elas podem reagir com hostilidade diante daquilo que lhes é diferente. Do mesmo modo, não havia vivido o suficiente para entender que, nem sempre, as pessoas são más por vontade própria, mas por medo, medo de encarar a realidade.

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A solidão do suicida

“Às vezes, um sorriso largo demais pode esconder dores profundas demais.”

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Foto tirada por Pedro H. C. de Sousa. Todos os direitos reservados. 2017.

Sim, pessoal, este é mais um texto (entre muitos) a falar sobre o suicídio. Então, sente-se onde quer que você esteja, acomode-se confortavelmente porque iremos falar sobre um assunto que merece toda a nossa atenção e compreensão. Mas, se você não estiver afim de ler o que tenho a dizer, tudo bem. Você pode fechar este site e seguir sua vida como se nada tivesse acontecido. Continue Lendo “A solidão do suicida”

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Epitáfios a Parte

O que ninguém vê quando você está só.

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