Quem é você, o que você é?

“O que talvez seja de maior valor, no entanto, é a consciência que temos de nós mesmos, o nosso senso de individualidade e até de identidade porque, apesar de todas as visões dos outros sobre nós, temos também nossa própria visão sobre quem somos e ela, quase sempre, é determinante para a forma como você se coloca no mundo e em relação às outras pessoas.”

Assisti a série Ruptura (Severance, no original) na Apple TV+ e foi uma experiência um tanto reveladora. A série faz uma crítica direta, mas indigesta ao modelo de produção vigente nas grandes empresas do mundo inteiro e ainda, questiona essa ideologia positivista de se separar a pessoa que você é no trabalho daquela que você é fora dele. Não é um movimento muito fácil e por isso, na série, os funcionários da empresa que protagoniza o programa passam por um procedimento chamado ruptura em que eles segregam suas memórias em duas que são incomunicáveis entre si, mas que se alternam de acordo com o lugar onde as personagens se encontram.

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Prosopagnosia

De quem é este rosto que me olha e me encara, que tenta entender quem diabos é esse que o observa?

But I’m a creep (Mas eu sou insignificante)
I’m a weirdo (Eu sou um esquisitão)
What the hell am I doing here? (Que diabos estou fazendo aqui)
I don’t belong here (Eu não pertenço a este lugar)
I don’t belong here (Eu não pertenço a este lugar)


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Electronic Maze

Venha se perder nesse labirinto e encontre a arte em você

Epitáfios a Parte

O que ninguém vê quando você está só.

VISCERAL BRANDS

DEEPMEANING BRANDBUILDING